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October 02 2019

cauaalmeida45

Mbappé Brilha Em Campo Pela Copa E, Fora Dele, Ainda Busca Ser Global

Nada Contra Meu Pai, Pelo Contrário



A internet mudou o modo como o consumidor se relaciona com a marca. Está transformando a matemática do marketing e convertendo obsoletas algumas das estratégias e estruturas usuais dessa atividade. Pra profissionais do marketing, o velho modus operandi é insustentável. Vejamos um caso: até bem insuficiente, quem queria comprar um carro ia metodicamente eliminando escolhas disponíveis até aparecer ao automóvel que mais casasse com seus requisitos.


Uma concessionária atrairia esse consumidor e efetuaria a venda. A ligação do consumidor com a revenda e o fabricante normalmente se dissiparia depois da compra. O consumidor ainda quer uma probabilidade de marca clara e serviços e produtos que valorize. O que mudou é no momento em que — em que pontos de contato — está mais aberto à ação e como interagir com ele nesses pontos. No passado, estratégias de marketing que aplicavam o grosso dos recursos pra tornar a marca mais conhecida e, logo após, abrir carteiras no ponto da compra, surtiram agradável efeito.


Só que pontos de contato mudaram em número e em natureza, exigindo um amplo ajuste pra realinhar a estratégia e a verba do marketing a pontos onde o cliente esteja efetivamente passando seu tempo. Se esqueça o funil Há muito o marketing usa a famosa metáfora do funil Banespão Reabre Com Foco No Interior Do Edifício o assunto pontos de contato: o cliente começaria na boca do funil, com muitas marcas em mente, enxugando a listagem até surgir à alternativa desfecho. Refis 2018 Dará Desconto De Até 90% Nos Juros E Multas Pra Contribuintes E Empresas , a corporação usava o “push marketing” em mídia paga num punhado de pontos bem estabelecidos do funil pra expor a marca, levá-la a ser considerada e, por último, inspirar a compra. Mas essa metáfora não capta a meio ambiente oscilante do engajamento do freguês.


Na edição de junho de 2009 do McKinsey Quarterly, meu colega David Court e 3 coautores apresentaram uma visão mais matizada de como o comprador se envolve com uma marca: a “jornada de decisão do consumidor” (JDC). O padrão surgiu de um estudo de decisões de compra de quase 20 1 mil consumidores em 5 setores — automóveis, cosméticos, seguros, eletroeletrônicos e telefonia celular — e três continentes.


A pesquisa revelou que, retirado de diminuir sistematicamente suas opções, o freguês de hoje percorre um caminho muito mais iterativo e menos redutor. São quatro estágios: consideração; avaliação; compra; e emprego, elogio, elo. CONSIDERAÇÃO. A jornada começa com aquilo que tem mais presença pela mente do cliente: uma conexão de produtos ou marcas surgida da exposição a anúncios ou displays de loja, do contato na casa de amigos ou de outros estímulos. No paradigma do funil, esse estágio reúne o maior número de marcas; porém o consumidor de hoje, acossado na mídia e inundado de opções, em geral reduz logo de cara o total de produtos que considera.


AVALIAÇÃO. A lista inicial de consideração normalmente cresce à capacidade que o cidadão procura a opinião de outros consumidores, críticos, varejistas e da marca e suas concorrentes. Em geral, a pessoa inclui outras marcas no bolo e corta muitas das iniciais à medida que vai obtendo mais dicas e seus critérios de seleção mudam. Inovação E Inspiração Pra Rampear Reservas Diretas De Hotéis E Pousadas Na Edição 2018 inicia com empresas e outras fontes de detalhes tem bem mais possibilidade de influenciar tua subsequente decisão do que investidas do marketing pra persuadi-la.


COMPRA. Cada vez mais, o comprador deixa a decisão de compra pra no momento em que se encontra já pela loja — e, como veremos, pode com facilidade ser dissuadido deste ponto. Marketing De Conteúdo X Marketing Pra Mídias sociais , o local da compra — que explora posicionamento, embalagens, disponibilidade, preços e interações de vendas — é um ponto de contato mais influente do que nunca. Emprego, ELOGIO, VÍNCULO. Após a compra, tem início uma ligação mais profunda, com o consumidor interagindo com o artefato e com novos pontos de contato online.


Meus colegas da McKinsey descobriram que mais de 60% das consumidoras de cremes de graça, tendo como exemplo, procuram sugestões a respeito do artefato pela internet depois da compra — ponto de contato inteiramente ausente do funil. No momento em que satisfeita com a compra, a consumidora elogia o item, construindo uma apoio para a avaliação de outros consumidores e turbinando o potencial da marca. Naturalmente, se estiver decepcionada com a marca, a consumidora pode cortar todo laço com ela — ou pior.



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Prontamente se o vínculo permanecer forte o suficiente, vai entrar num período de exercício-elogio-compra que pula totalmente os estágios de consideração e avaliação. Mesmo quando a alegação básica da jornada de decisão do consumidor não pareça radical, tuas implicações para o marketing são profundas. Duas em característico se declaram. A primeira é que, ao invés de reflexionar em como alocar a verba por imensas mídias — tv, rádio, web e por aí vai —, o marketing necessita desejar estágios da jornada de decisão. A busca feita por meus colegas e eu mostra um descompasso entre a maioria do investimento em marketing e pontos de contato nos quais o consumidor é mais influenciado.


Ao analisarmos dezenas de orçamentos de marketing, vimos que de 70% a 90% dos gastos vão para publicidade e promoções no varejo que atingem o freguês nos estágios de consideração e compra. Só que, em geral, o comprador é mais influenciado nos estágios de avaliação e uso-elogio-elo. Em diversas categorias, o impulso mais forte para adquirir é o elogio feito por uma pessoa.


Don't be the product, buy the product!

Schweinderl